14 de julho de 2012

Smartphones e as crianças

Smartphones são a nova estratégia para acalmar as crianças
Os celulares ganharam o topo da lista - no lugar das chupetas - dos objetos mais usados pelas americanas quando os filhos choram

Os tempos mudaram, e parece que as técnicas para acalmar as crianças também. Uma pesquisa feita com 1.650 mães realizada pela Asda, uma rede de supermercados norte-americana, descobriu que 27% delas oferecem seus smartphones para os filhos quando eles choram. As chupetas, por outro lado, são usadas por apenas 9% das entrevistadas. 

Segundo o pediatra Sylvio Renan de Barros, da Sociedade Brasileira de Pediatria, o aparelho pode ser uma boa maneira de distrair crianças de 2 anos ou mais, mas sempre com limites. O tempo máximo de "tela" - TV, celular, computador - estabelecido pela Sociedade Brasileira de Pediatria é de duas horas por dia. “Para essas crianças, o uso do smartphone é uma boa solução já que os aparelhos têm alguns jogos que estimulam a coordenação cognitiva e a criatividade da criança", diz o especialista.

A solução para o choro se torna mais um problema quando a criança deixa de brincar de outras formas e só quer saber do celular. Ainda bem que os números da pesquisa americana mostram que a maior parte das mães segue essa recomendação: 40% delas disseram que não deixam o filho ficar com o smartphone por mais de 10 minutos. 


Quando oferecer o aparelho para seu filho brincar, observe se ele mantém a tela a uma distância mínima de 30 centímetros dos olhos. Dessa forma, a luz não prejudica o desenvolvimento ocular, que se completa até os 8 anos. "Normalmente, as crianças se adaptam bem. Elas conseguem ajustar a visão dos olhos ao objeto. Os pais devem ficar de olho caso o filho aproxime muito o celular do rosto, o que pode ser sinal de algum problema na visão", alerta o oftalmologista Leôncio Queiroz Neto, do Instituto Penido Burnier, em Campinas (SP).

Já, para os menores de 1 ano, que ainda não sabem brincar com o aparelho e, claro, vão colocá-lo na boca, Barros diz que a chupeta é melhor que o celular na hora de acalmar o filho. “Carregamos o celular para todos os lados, na rua, no trabalho, na bolsa. O risco de contaminação é bem grande", alerta. 

Temos usado o smartphone com frequencia com a Giovana. Ela ainda não tem 1 aninho mas se diverte quando colocamos os vídeos ou músicas que ela gosta. Principalmente se for algum da Galinha Pintadinha ou mesmo Rosa de Saron.

Quando acorda de madrugada chorando usamos novamente o celular, agora para colocar músicas de ninar... funciona viu! Até a gente acaba adormecendo.
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13 de julho de 2012

Saltos de Desenvolvimento

Lendo o Blog da minha Amiga Vanesca encontrei uma postagem muito interessante que reproduzo a seguir:

São 7 os saltos de desenvolvimento. Nos dias que precedem cada salto o bebê passa por uma crise, em que fica mais manhoso do que o costume.

SALTO 1 – 5 semanas (1 mês) - Por volta de 5 semanas de idade, o bebê passa por uma série de mudancas, que influenciam tanto os sentidos, como o metabolismo e os órgãos internos.
Como recém nascidos os bebês só conseguem se concentrar e enxergar coisas dentro do limite de 25 centímetros de distância e em tons de cinza. Agora esse limite se expandiu para 30cm e em cores. O bebê passa a se interessar mais pelo ambiente que o rodeia e passa a ficar acordado por mais tempo. Seus sentidos ficam mais sensíveis. Essas mudancas são confusas para o bebê. De repente eles requerem mais atenção e carinho. É também nessa época que os pais reparam que o bebê começa a chorar com lágrimas.
Depois desse primeiro salto o bebê vai poder olhar para as coisas por mais tempo, sorrir pela primeira vez ou com mais frequência do que antes, e ficar mais tempo acordado.
Os pais podem ajudar o bebê dando mais atenção e carinho, cantando e dando tapinhas no bumbum.

SALTO 2 – 8 semanas (2 meses +/-) Com oito semanas de idade o bebê repara na repetição de formas e estruturas no seu mundo. Ele começa a perceber diferenças nos sons, cheiros e sabores. Ele percebe que as mãos e os pés pertencem ao corpo e começa a tentar controlar estes membros. O bebê começa também a experimentar com sua voz. Mas todos essas novas experiências fazem com que o bebê fique mais dengoso/manhoso. O bebê provavelmente passa a procurar mais o peito, sem no entanto querer mamar o tempo todo. Isso pode deixar a mãe preocupada em ter leite suficiente. Mamar é simplesmente a única maneira que o bebê conhece de ser confortado. É também nessa fase que o bebê começa a mostrar um pouco de sua personalidade, já que é agora que os pais começam a reparar quais coisas, cores e sons que o bebê gosta mais.
Depois desse salto o bebê vai poder virar a cabeça na direção de algo interessante, emitir sons conscientemente, descobrir as mãos.
Os pais podem ajudar nessa fase estimulando o bebê nas suas descobertas com brinquedos coloridos e fofinhos que ele possa treinar em segurar. Nessa idade o bebê já pode brincar cerca de 15 minutos sozinho.

SALTO 3 – 12 semanas (3 meses) O bebê descobre mais nuances. Nessa idade o bebê já pode enxergar todo um cômodo da casa. Os pais são o ponto seguro do mundo do bebê e ele se apoia nisso. O bebê pode começar a reagir de maneira diferente fora de casa ou no colo de estranho. Ao mesmo tempo que o bebê tem uma grande curiosidade em reparar o mundo que o rodeia, ele é também muito sensível às novidades e por isso se sente mais confortável e seguro nos bracos dos pais.
Depois do salto o bebê praticamente não vai mais precisar de apoio para manter a cabeça erguida; vai observar e mexer no rosto e cabelo dos pais; vai perceber que pode gritar.
Dicas do que os pais podem fazer nessa fase para ajudar no desenvolvimento:
* Quando o bebê “falar”, imitar o som que ele emite para encorajá-lo a se comunicar.
* Deixar que o bebê sinta diferentes coisas com as mãos, para que ele perceba que as coisas podem ser fofas, duras, quentes, frias, molhadas, etc.
* Mostrar coisas que o interessam para encorajá-lo a tentar alcancá-las com as mãos.
* Erguer o bebê no alto e brincar de aviao.
* Sentar-se inclinado e deixar o bebê “escalar” o seu corpo.
* Sentar o bebê no seus joelhos de frente para você e balançá-lo de um lado para o outro.

SALTO 4 – 19 semanas (4 meses e meio) O bebê começa a entender que ele pode alcancar coisas, sacudí-las e colocá-las na boca. Os sons que o bebê emite se tornam mais nítidos e complexos. Tudo cheira, soa e tem gosto diferente agora. O bebê vai ficar manhoso e precisar de seu porto seguro: os pais.
Depois desse salto o bebê vai poder, quando deitado de barriga pra baixo, virar e e ficar deitade de costas; se arrastar pra frente ou pra trás; passar uma coisa de uma mao para outra; olhar atentamente para imagens num livro; reagir ao ver seu reflexo no espelho; empurrar a mamadeira ou o peito quando estiver satisfeito.
Brinquedos e brincadeiras interessantes para essa fase:
* brinquedos de borracha na banheira;
* rasgar/amassar papel que faz barulho;
* sacudir potes com algo dentro;
* olhar fotos de outros bebês;
* cantar.

SALTO 5 – 26 semanas (6 meses) O bebê já consegue coordenar os movimentos dos bracos e pernas com o resto do corpo. Ele entende agora a distancia entre as coisas. Ele passa a entender que quando a mamãe anda, ela vai pra longe e isso o assusta. Ele fica dengoso. Nessa idade ele começa a entender que as coisas podem ficar dentro, fora, em cima, embaixo, atrás, na frente, etc. e usam isso em suas brincadeiras.
Depois desse salto o bebê vai ficar interessado em, por exemplo, etiquetas na roupa, levantar tapetes para olhar o que tem embaixo, esvaziar armários e estantes, reclamar quando a mãe sai de perto, se apoiar pra ficar de pé.
Brinquedos interessantes para essa fase:
* Blocos de montar;
* Bolas leves;
* Livro de figuras;
* Carrinhos com portas que abrem;
* Brinquedos que fazem barulho.

SALTO 6 – 37 semanas (8 meses e meio) O bebê agora começa a explorar as coisas de uma forma mais metódica. O bebê passa a entender que as coisas pertencem a grupos como, por exemplo, banana e arroz sao comida, e que um cavalo é um cavalo, mesmo que seja ao vivo ou em um livro.
Brincadeiras interessantes para essa fase:
* Portas, gavetas;
* Panelas com tampas;
* Almofadas e cobertas para engatinhar por cima e por baixo;
* Bolas de vários tamanhos;
* Balanço.

SALTO 7 – 46 semanas (11 meses) O bebê, no lugar de separar as coisas, passa agora a juntar as coisas. Percebe que existe ordem nas coisas e atitudes. Que por exemplo, a meia se coloco no pé e os brinquedos nas caixas, etc. Com isso o bebê fica mais consciente sobre suas próprias atitudes.
Depois desse salto o bebê vai poder apontar para algo ou pessoa a pedido seu; querer falar no telefone e enfiar chaves nos buracos de chave; procurar algo que você escondeu; tentar tirar a própria roupa.
Brinquedos e brincadeiras interessantes para essa fase:
* Trenzinho;
* Boneca com mamadeira;
* Tambores, panelas ou algo pra bater;
* Carrinhos, em que o bebê pode sentar em cima e empurrar com as pernas;
* Blocos de montar;
* Imagens de pessoas ou animais.

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9 de julho de 2012

Batizado da Giovana

No dia 8 de Julho batizamos nossa pequena Giovana. Escolhemos o Santuário de Aparecida do Norte para realizarmos o tão esperado Batizado. Antes mesmo dela nascer eu e o Fê já tinhamos escolhidos os padrinhos, minha irmã (Tia Paula) e o irmão dele (Tio Dú). Porém a vida foi se encaminhando de um jeito diferente... Infelizmente o Tio Dú não pode estar aqui para batizar nossa menina, mas terá um lugar especial pra nós. Para assumir o papel de Padrinho convidamos o marido da minha irmã, meu cunhado, (Tio Rô).

Tenho certeza que fizemos uma ótima escolha, afinal os padrinhos da Gi estão sempre presentes na sua vida. Participam ativamente do seu desenvolvimento, acompanham (mesmo de longe) cada passo de suas conquistas.

O dia estava frio, chuvoso, infelizmente não puderam comparecer pessoas queridas. Mas o verdadeiro objetivo foi alcançado: Minha filha está batizada!

Gi, minha filha querida, te amo demais!
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24 de junho de 2012

8 Meses - Giovana

Senta, engatinha e fica de pé: Agora que tem 8 meses, é possível que o seu bebê esteja sentando sem apoio e talvez até engatinhando ou se movimentando pela casa se arrastando sentado. Ele deve estar começando a passar da posição sentada à ereta com o auxílio dos móveis. Se você posicionar seu filho perto de um sofá, ele provavelmente vai se agarrar às bordas com todas as suas forças para levantar.Essa mobilidade toda se traduz em muitos tropeções e quedas. Essa é uma parte inevitável da infância e, embora você por vezes fique com o coração na boca, tente aproveitar esta etapa em que a criança explora e descobre seus limites. Reprimindo seus desejos mais profundos proteger seu filho a todo custo, você vai permitir que ele cresça e aprenda por conta própria. Agora, é fundamental que sua casa seja um ambiente seguro para crianças. Entre outras coisas, você deve se certificar de que objetos frágeis estejam posicionados em segurança (para que não caiam) e que móveis menos firmes fiquem em locais em que o bebê transita pouco. Retire qualquer objeto pequeno que o bebê possa enfiar no nariz, no ouvido ou na boca. (A Gi não quer saber de engatinhar. Quando a colocamos de bruço fica irritada e chora! Quando está sentadinha fica pulando e se joga para frente e para os lados atrás dos brinquedos, mas quando cai não consegue se levantar sozinha. Ela tem muita força nas perninhas, desde pequenina gosta de ficar em pé. Nas ultimas 2 semanas quando a seguramos pelos braços ela sai andando. Chega a pular de tão rápido que caminha. Ainda não tem fora suficiente nas pernas, mas fica um bom tempo apoiada no sofá).

Uso das mãos: O bebê começa a procurar objetos no chão e usar o dedo para apontá-los. Ele também já consegue usar os dedos para pegar um pedaço de comida e segurá-la com a mãozinha fechada. Além disso, a criança aprendeu a abrir a mão para deixar objetos caírem no chão. Seu filho está aprimorando a capacidade de pegar pequenos objetos entre o polegar e o indicador ou o dedo médio. (É notável o seu desenvolvimento... quanto a jogar as coisas no chão, isso ela já faz há um tempo)

Mais emotivo: A partir de agora, as emoções do bebê ficam mais evidentes. Ele já faz gracinhas, como mandar beijos para pessoas conhecidas, e tende a repeti-las se for aplaudido. Nos próximos meses, seu filho vai aprender a avaliar e imitar seu estado de humor. Ao ver alguém chorando, é possível que chore também. (A Giovana faz muitas gracinhas, a preferida dela é quando pisca forte e depois dá um gritinho! Todos dão risada e ela repete, repete...)

Longe dos pais: Nesta idade, a maioria dos bebês já dá sinais de ansiedade de separação. Seu filho pode ficar mais tímido ou preocupado perto de desconhecidos, especialmente quando estiver cansado ou irritado. Nos momentos em que você não está por perto, ele demonstra chateação. Mesmo que seja desagradável, essa separação é importante. Ao se afastar, você ajuda no desenvolvimento da confiança do seu bebê e na formação de elos emocionais dele com outras pessoas. (Quando estamos num lugar que não seja familiar a ela ou que tenha pessoas que ela não conhece, realmente ela fica mais tímida. Por muitas vezes chora e busca o meu colo. Nos 2 dias em que trabalho ela tem ficado com minha mãe, que observou que ultimamente no período da manhã quando acorda e não me vê na casa fica tristinha. Não brinca ou come, fica só no colo. Acredito que esteja sentindo minha falta, pois numa dessas vezes chegou a ficar com febre e tive que sair mais cedo do trabalho. Quando cheguei ela foi se animando e a febre cessou).

Quando sair, beije e abrace seu filho e diga a ele que vai voltar. Caso ele fique assustado ou comece a chorar, não tenha dúvidas em reconfortá-lo e assegurar que você volta mesmo. É duro não começar a chorar quando ele chora, mas, se você não resistir, vai apenas prolongar o sofrimento dele. Nessas horas, é bom ter por perto uma outra pessoa com quem ele esteja familiarizado. (Antes de ler esse artigo não fazia isso, pelo contrário, saia escondida para ela não chorar. Depois passei a fazer o que sugere esse texto).

Se o bebê fica ansioso no momento de se separar de você à noite, procure reservar um tempinho a mais para estar com ele, segurá-lo no colo, ler ou cantar uma música antes de colocá-lo de vez para dormir. Alguns bebês lidam melhor com separações do que outros, dependendo do temperamento. Cada criança é de um jeito, e cada uma precisa de determinada quantidade de atenção. Você conhece seu filho melhor do que ninguém, portanto siga seus instintos e não se sinta culpada por dar mais atenção se achar necessário. (Amei essa frase... Agora é colocar em prática e não se sentir culpada!)

Os vários usos de um objeto: Grande parte dos bebês passa agora a explorar as variáveis de um objeto, chacoalhando, batendo, deixando cair no chão e atirando para longe, antes de voltar ao bom e velho método de colocar qualquer coisa na boca. O conceito de que dá para fazer alguma coisa com um objeto está vindo à tona, então é uma boa hora para ter em casa brinquedos com muitas partes para bater, apertar, virar e abrir. Neste estágio, as crianças gostam de ver coisas caindo, sendo apanhadas (por você, claro) e depois sendo jogadas no chão novamente. Seu filho não está só tentando te provocar, por mais que pareça; ele simplesmente acha esse espetáculo sensacional e vai querer vê-lo muitas e muitas vezes. (Sim, muitas e muitas e muitassssss vezes! Ok filha, não é provocação, né! rsrsrs Vamos ao espetáculo então...)

O bebê também entende a relação entre os objetos. Ele percebe, por exemplo, que coisas menores cabem em maiores. Seu filho vai achar com facilidade alguma coisa que você escondeu e conseguirá apontar para a imagem certa quando o nome de um objeto for dito. Nos próximos meses, o bebê vai começar a usar as coisas para a finalidade correta: a escova para o cabelo, o copinho para beber e o telefone de brinquedo para encostar no ouvido e "falar" seus sons favoritos.

Visão mais clara: A visão do bebê agora é praticamente igual à de um adulto em clareza e percepção de profundidade. Embora enxergue melhor de perto do que de longe, ele vê o suficiente para reconhecer pessoas e objetos do outro lado da sala.
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